IV. Livros
Para os Marxistas, a religião era o ópio do povo. Para a Ditadura, o ópio estava nos livros.


Sobre este livro de Miguel Torga, o único do autor que não sofreu sanções, a Censura pronunciou-se da seguinte forma:
"Há cenas de amor e de relações carnais; mas são descritas com tanta perfeição que lhe tiram a intenção pornográfica que, aliás, pode afirmar-se, torna este livro susceptível de ser lido por toda a gente, incluindo senhoras."
"Há cenas de amor e de relações carnais; mas são descritas com tanta perfeição que lhe tiram a intenção pornográfica que, aliás, pode afirmar-se, torna este livro susceptível de ser lido por toda a gente, incluindo senhoras."
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