
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..."
Guerra Junqueiro, escrito em 1886
2 Comments:
At 12:16 da tarde,
Anónimo said…
Resta-nos ainda o pensamento livre...
Como diz a canção:
"Não há machado que corte
a raiz ao pensamento
não há morte para o vento
não há morte."
Beijo livre*
At 1:05 da tarde,
alquimista said…
De Alegre se fez triste...
...mas há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não
Beijo convicto
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