O PORTO DAS PONTES - II

"A Ponte é, para os portuenses, a Ponte. A única. Dita, carinhosamente, como quem fala de alguém de família. A Ponte é asa de borboleta, nervura de filigrana. É leveza confundida nas brumas da Ribeira. É arco-íris a ligar as margens. É arrojo e utopia. Memória, tradição e mudança." Helder Pacheco
3 Comments:
At 11:31 da tarde,
MJ said…
Boa noite, doce Alquimista :-)
Que recordações ternurentas me trazem estes teus posts sobre o Porto :-)
Lembram-me o tempo em que havia tempo para o "Enquanto Houver Tempo"... As noites de "tertúlia" registadas na caixa de comentários...
Enfim... Tempo de um Tempo que não voltará :-(
Beijo saudosista*
At 11:55 da tarde,
alquimista said…
Este comentário foi removido pelo autor.
At 11:57 da tarde,
alquimista said…
Olá MJ:
Bem-vinda a esta tua casa...:)
Realmente foram óptimos tempos, esses dessas nossas tertúlias.
Quem sabe se um dia, não se repetirão... Com química ou com Tempo ...:)
Um beijo optimista
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