Uma morte anunciada...

Era ao domingo de manhã que, em pijama, corria para a porta da entrada de casa por debaixo da qual o ardina o tinha deixado e voltava para a cama para ler as aventuras do "Reisinho" e do "Príncipe Valente". Naquela idade em que ainda somos reisinhos e não sabemos se vimos a ser valentes...
No primeiro de Agosto, ao completar 140 anos, este diário portuense viu suspensa a sua publicação. Diz-se que durante um mês e para remodelação. Mas ninguém acredita.
"E agora, José ?..."
2 Comments:
At 8:03 da tarde,
MJ said…
Boa tarde, doce Alquimista :-)
Hoje não há poema... há uma confissão muito prosaica. :-)
Em casa de meus pais e, mais tarde, na minha casa, havia (há) o hábito de se comprar o JN, jornal que em tempos tinha um tamanho de página maior do que o de hoje...
Pois bem... apesar de ter os braços compridos, detestava ter de o ler com os membros superiores feitos estante...
Como não sou mulher de "cerimónias", sempre que o queria ler era um espectáculo... JN e João estendidos no chão. :-)
E recordo-me de, vezes sem conta, lamentar o facto de ele não ter o tamanho de "O Primeiro de Janeiro".
Enfim... mais um post que me transportou ao passado... Sim... porque no presente nem tempo tenho para ler jornais. Qualquer dia o mundo acaba e eu não tenho conhecimento :-)
Beijo poético (para compensar...)
At 9:17 da tarde,
alquimista said…
Olá MJ:
Na verdade, antigamente, o JN parecia um lençol :).
Fico satisfeito por estes posts despertarem outras memórias.
Quanto ao mundo acabar, descansa que eu na véspera aviso-te... a tempo de te ir salvar:)
A "day after" kiss :)
Enviar um comentário
<< Home