Sentindo,
sangrando,
remordendo na quietude
das noites sofridas
das manhãs silenciosas
ao extinguir da estrela
ensurdecendo
com o silêncio da tua ausência
cegando
na visão do teu fantasma
carregando
com a leveza da tua imagem
ensombrado
com o brilho da tua aura
paralisado
com o bailar dos teus cabelos
inquieto
com o sossego desse olhar
moribundo
dessa vida que nos espera
afagando-te os medos
por entre os dedos
dedilhando um canto de Primavera
deste amor que nos tempera
destes dias de degredo
até ao dia
dos nossos corpos em segredo.
sangrando,
remordendo na quietude
das noites sofridas
das manhãs silenciosas
ao extinguir da estrela
ensurdecendo
com o silêncio da tua ausência
cegando
na visão do teu fantasma
carregando
com a leveza da tua imagem
ensombrado
com o brilho da tua aura
paralisado
com o bailar dos teus cabelos
inquieto
com o sossego desse olhar
moribundo
dessa vida que nos espera
afagando-te os medos
por entre os dedos
dedilhando um canto de Primavera
deste amor que nos tempera
destes dias de degredo
até ao dia
dos nossos corpos em segredo.
1 Comments:
At 1:30 da tarde,
PAH, nã sei! said…
Já tinha saudade de por aqui passar... ainda bem que o fiz... sinto serenidade :)
beijoca!!!
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